terça-feira, 19 de janeiro de 2016

VEGA - A FONTE DE ÁGUA PARA GATOS E CÃES

Verifique se algumas destas questões lhe dizem respeito:

- Trabalha todo o dia fora de casa?
- Às vezes sai durante o fim-de-semana?
- Já tem muitas tarefas em casa?
- Deixe as preocupações de lado! Será que tem água suficiente? Troquei a água antes de sair para trabalhar?

E caso afirmativo, a Fonte Vega é definitivamente um artigo de grande utilidade para si!

         
                  

Vega é uma fonte para gatos que também pode ser usada por cães de pequeno porte. Estes bebedouros são extremamente importantes para a saúde e bem-estar do seu animal de estimação. Estimulam o seu animal a beber com mais frequência e assim, previnem problemas do trato urinário. Desta forma saberá se o seu animal recebe os fluidos que necessita.

A peculiaridade desta fonte para gatos e cães é o inovador efeito de nascente que movimenta a água e que estimula a necessidade natural do animal para beber. A forma especial arredondada com alça ergonómica tem sido estudada para ser muito útil.

Este artigo está dotado de pés antiderrapantes na parte inferior para garantir a estabilidade do produto. Vega apresenta três pontos de consumo diferentes, um na parte inferior e dois na sua parte superior, fluxo de água ajustável e capacidade para 2 litros.

Fácil de limpar, graças à possibilidade de extracção completa da parte superior. Incluído na fonte, está um filtro de carvão activo para que água fique sempre limpa e clara. A fonte para animais de estimação inclui uma bomba de baixa tensão, ultra silenciosa, que oxigena a água.

A água em circulação é naturalmente apelativa para o seu animal de estimação.
Este artigo está disponível com peças de reposição, kit com dois filtros de carvão activo que sugerimos substituir uma vez por mês.

Artigo redigido por Mónica Oliveira - Auxiliar Veterinária

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GERIATRIA

Felizmente são cada vez mais os animais “velhotes” (ou seja, geriátricos) que nos entram pela clínica, visto que nos últimos anos conseguimos aumentar significativamente a sua esperança média de vida.
Para a sua longevidade contribuem mudanças no local de habitação, na alimentação e na profilaxia adequada:

- Muitos animais passaram da habitação na rua ou num quintal para viverem em casa com os donos;

   - A comida passou dos restos do nosso almoço para ser substituída por rações equilibradas e adequadas a cada animal;


   - Vacinas e desparasitações regulares permitiram erradicar algumas doenças e tornar outras muito menos comuns.




 No entanto, com o avançar da idade começam a surgir problemas que estão geralmente associados a animais geriátricos. Deve ficar atento a sinais como:
Aumento do consumo de água e /ou da micção;

- Vómitos ou diarreias persistentes;

- Perda de apetite ou peso;

- Alterações de comportamento (cansaço, inquietação, desorientação, etc);

- Tosse ou intolerância ao exercício;

- Massas ou nódulos anormais;

- Dificuldades na locomoção.


“Mas… quando é que posso considerar o meu animal geriátrico?”


 É muito variável, dependendo do tamanho do animal ou até mesmo da raça. São então considerados geriátricos os animais com idade igual ou superior a:

- 9 anos – gatos ou cães pequenos

- 8 anos – cães médios

- 7 anos – cães grandes

- 6 anos – cães gigantes






A maioria dos problemas pode ter solução se diagnosticados em tempo útil, permitindo manter a qualidade de vida dos nossos companheiros. Assim, deve ser realizada uma consulta de check-up no mínimo anualmente de modo a identificar possíveis patologias.
Alguns conselhos básicos em animais geriátricos incluem ainda:

- Forneça uma alimentação adequada à condição clínica e/ou idade – existem rações específicas para animais idosos;
- Se o seu animal é obeso será necessário emagrecer, visto que a obesidade pode trazer problemas adicionais (diabetes, dificuldade de locomoção, dificuldades respiratórias, etc);
- Não descuide a prevenção – as vacinas e desparasitações são agora ainda mais importantes visto que o sistema imunitário do seu animal está mais fraco;
- Qualquer alteração no comportamento do seu amigo nunca deve ser interpretada como normal da idade e ignorada – por exemplo, o facto de ele não responder ao chamamento pode não significar apenas que está com dificuldades de audição, mas pode não querer movimentar-se por ter dor articular.

Muitas doenças típicas da idade geriátrica podem ser prevenidos ou ser precocemente descobertos para serem tratados com a devida antecedência. Para isso, o médico veterinário é a pessoa mais indicada para acompanhar o seu amigo nesta nova fase da sua vida, devendo ser regularmente realizados check-ups adequados a cada animal.

Compete-nos a nós assegurar que a maior longevidade é também acompanhada de qualidade de vida!

Artigo redigido por Rita Gonçalves - Médica Veterinária

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Aplicação de Microchip – questões frequentes!

Porque devo colocar o Microchip no meu cão?

Todos os anos, milhares de animais desaparecem de suas casas. Ao mínimo descuido – uma porta ou janela entreaberta – o seu animal pode abandonar o lar à procura de novas aventuras (Ex: fêmeas em cio, machos na época de acasalamento, desorientação).
Por outro lado, o roubo é cada vez mais frequente e o destino final é muitas vezes a revenda.
Em inúmeras situações a identificação electrónica tem feito com que os donos encontrem os seus animais.

O que é a Identificação electrónica?

A identificação electrónica é o único método capaz de fazer uma identificação correcta. É aplicável à maioria das espécies como cães, gatos, aves, répteis e animais exóticos. Esta identificação é feita através da aplicação de um microchip.

O que é e como funciona o microchip?

O microchip é uma pequena cápsula electrónica do tamanho de um grão de arroz que possui um código de barras individual, único e permanente.
Os dados do proprietário e do animal ficam armazenados numa base de dados (SIRA e/ou SICAFE). Sempre que um animal portador de microchip é encontrado, através destas duas bases de dados consegue-se entrar em contacto com o proprietário do animal.

Como se aplica o microchip?

O micro-chip é introduzido sob a pele do animal através de uma injecção indolor, na face lateral esquerda do pescoço e apenas pode ser lido por um leitor de micro-chip.


O micro-chip é obrigatório?
O micro-chip é obrigatório pelo Decreto-Lei n.º 313/2003, de 17 dezembro para todos os animais nascidos a partir de 1 de Julho de 2008.

O que devo fazer em caso de furto ou perda do meu animal?


Contacte o seu Médico Veterinário para que este avise as entidades responsáveis.


Artigo redigido pela Enfª Andreia Vilhena

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

AINEs

AINEs

Muitos cães podem não manifestar sinais evidentes de dor mas isso não significa que não estão a sofrer. Não se esqueça que eles não reclamam, raramente choram e não dizem onde sentem incómodo.

Então como posso saber se o meu cão tem dores??

Os sintomas de dor são muito variáveis. Tanto a manifestação como o limiar da dor canina dependem não só da idade e da espécie, como de cada animal individualmente. Alguns cães tendem a esconder a sua dor como mecanismo de protecção.



Assim, os sinais mais comuns de dor são as alterações do comportamento do cão, muitas vezes interpretado como uma alteração atribuída à natureza ou ao envelhecimento.

Fique atento aos seguintes sinais:
- Alterações do comportamento: cão anormalmente inquieto, agressivo quando alguém se aproxima OU anormalmente deprimido e sem responder a estímulos;
- Relutância em movimentar-se, desequilíbrio ou rigidez muscular;
- Claudicação de um ou mais membros;
- Diminuição ou perda de apetite;
- Ladrar sem parar ou ganir quando lhe fazem festas ou tocam numa determinada área.




Há uns anos atrás, poucos medicamentos estavam disponíveis para tratar a dor em animais; hoje em dia, há medicação que permite não só fazê-lo como ajudar a controlar sinais como inflamação, edema, rigidez e dor articular. Além disso, acredita-se que animais sem dor melhoram mais rapidamente. Os AINEs (anti-inflamatórios não esteróides) são um exemplo da medicação que se pode utilizar.

A aspirina e o ibuprofeno são AINEs bem conhecidos utilizados em medicina humana, no entanto pode não ser segura a sua utilização em animais. Hoje em dia há AINEs específicos estudados para utilização segura no seu animal; no entanto, devem ser sempre receitados pelo seu médico veterinário.
Antes de iniciar a terapia com AINEs todos os animais devem ser examinados e devem fazer análises de sangue e/ou urina; a terapia continuada deverá também ser monitorizada. Devem ser administrados apenas quando se achar necessário e na dose mínima efectiva possível.


O médico veterinário é a pessoa mais indicada para identificar as causas da dor do seu animal e para implementar medidas adequadas. Assim, não hesite em consultar o seu veterinário, já que o problema poderá agravar-se se não for tratado atempadamente.

                                                             Artigo redigido por Rita Gonçalves - Médica Veterinária

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

CANNY-COLLAR - A COLEIRA ANTI-PUXÃO

O seu cão puxa?

Sabe que pode inverter essa situação com uma coleira certa?      

A Canny Collar é uma coleira de treino para cães. Através de um método inovador, concebido para impedir que o seu cão puxe pela trela. Ao contrário de uma coleira regular, a Canny Collar é constituida por uma coleira convencional com uma faixa corrediça que se coloca sobre o focinho do animal. A trela fixa-se atrás da cabeça e não por baixo do queixo.


A Canny Collar funciona através de um sistema de pressão e libertação. Quando ele a puxa, é aplicada uma leve pressão no focinho e na boca.
Assim que o cão pára de puxar, a pressão é libertada. Funcionando como um reforço positivo ao bom comportamento. O cão compreenderá em pouco tempo que andar devagar e acompanhar o dono no seu passo fará com que ambos poderão desfrutar de um belo passeio sem alterações repentinas de velocidade.

Este artigo é único no mercado, adaptado para não provocar aperto no pescoço e sem que a faixa corrediça suba ao nível dos olhos do cão ou aperte a boca. A utilização desta coleira permite com facilidade comer, beber e respirar livremente. A sua utilização é compatível com o treino de cães em passeio como é feito com a coleira tradicional. Depois de habituado ao Canny Collar, retire simplesmente a faixa corrediça do focinho durante curtos períodos e veja a progressão do seu companheiro!



COMO COLOCAR O CANNY COLAR NO SEU CÃO



Artigo redigido por Mónica Oliveira - Aux. Veterinária

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

OS RISCOS DE ALGUNS ALIMENTOS

Aproximam-se as épocas festivas e com elas as conhecidas tentações para as doçarias …
Na tentativa de alertar para o risco que determinados alimentos podem representar para o seu animal de companhia ,relembramos os alimentos perigosos com as consequências que o seu consumo pode acarretar.


CHOCOLATE



O chocolate possui cacau que por sua vez contém teobromina. Esta substância é um estimulante que pode causar taquicardia (aumento da frequência cardíaca), tremores, convulsões, hiperactividade, vómitos, diarreia, sede excessiva entre outros sintomas.


UVA OU PASSA



O seu consumo está associado a insuficiência renal aguda em 48h. Os sintomas associados podem ser dor estomacal aguda, anorexia, vómitos e anúria (ausência de produção de urina).


MACADÂMIA





A ingestão deste fruto seco pode causar tremores musculares, fraqueza, paralisia, vómitos, hipertermia e taquicardia.


SEMENTES DE PAPOILA



Estas sementes são  usadas correntemente no fabrico de pão de sementes e podem causar alterações de sistema nervoso central (descoordenação, convulsões)insuficiência hepática, coma e morte.


ABACATE



Todos os componentes deste fruto são altamente tóxicos para os seu animal. O abacate possui uma toxina fugicida, persin. O seu consumo pode causar vómitos, diarreia, dificuldades respiratórias, paragem de digestão ou paragem cardíaca.


ALHO, CEBOLA E CEBOLINHO


O consumo de cebola e cebolinho pode causar anemias hemolíticas (destruição dos glóbulos vermelhos). Associado
ao seu consumo pode haver sintomas de falta de apetite, fraqueza, vómitos ou apatia.
O Consumo moderado de alho causa menor toxicidade e está associado a vasodilatação e hipotensão


BEBIDAS ALCOÓLICAS






As bebidas alcoólicas possuem etanol que pode ser altamente nocivo para o seu animal.O seu consumo acidental pode causar vómitos, diarreia, alterações do sistema nervoso central (descoordenação, alteração dos reflexos, depressão ou excitação),coma e morte.


BEBIDAS COM CAFEÍNA



O seu consumo pode causar agitação, respiração ofegante, palpitações, tremores ou convulsões.


Se ocorrer a ingestão acidental de qualquer alimento tóxico dirija-se a seu veterinário o mais rapidamente possível. A nossa clínica estará sempre ao seu total dispor.


Boas festas!


Artigo redigido por Drª Ana Luísa Nunes - Médica Veterinária

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

ESTERILIZAÇÃO CIRÚRGICA EM COELHOS



À semelhança do que se verifica para o cão e o gato, a esterilização cirúrgica (ovariohisterectomia nas fêmeas e orquiectomia nos machos) acarreta diversos benefícios, tanto para o coelho como para o respectivo proprietário.

A ovariohisterectomia consiste na remoção cirúrgica dos ovários e do útero, enquanto a orquiectomia corresponde à remoção cirúrgica dos testículos. Estes procedimentos conduzem a um aumento da longevidade do animal e ajudam a que ele se torne uma melhor companhia.

A esterilização cirúrgica elimina o risco de gestação indesejada. Esta vantagem tem principalmente impacto em situações em que diversos coelhos partilham o mesmo espaço, podendo por vezes ocorrer erros na identificação do sexo dos animais.

A ovariohisterectomia elimina o risco de desenvolvimento de pseudogestações, que podem conduzir a comportamentos indesejados como escavar e a preparação de ninhos. Reduz também a probabilidade de desenvolvimento futuro de tumores uterinos e de outros processos patológicos do foro reprodutivo. Dependendo da raça, a incidência de tumores uterinos em fêmeas inteiras poderá alcançar os 60%.

A esterilização cirúrgica contribui para uma melhor qualidade de vida do animal. Isto prende-se com o facto de, ao atingir a maturidade sexual (aos 4 a 6 meses de idade), o coelho poder tornar-se territorial, agressivo e destrutivo e consequentemente mais difícil de treinar e manusear. Os coelhos machos podem começar a marcar território com urina, comportamento cujo risco de ocorrência por ser diminuído por meio de orquiectomia.

Assim, a realização de ovariohisterectomia ou orquiectomia por volta dos 5 a 6 meses de idade é extremamente vantajosa para a saúde e qualidade de vida do seu amigo.



Artigo redigido pela Drª Filipa Mira - Médica Veterinária